sábado, 12 de junho de 2010
Nem bom vento..
Só mesmo boa disposição. Tenho saudades de estar longe e de ser tudo novo todos os dias. Tenho saudades de ter que perceber o metro e decorar nomes de sítios que nunca ouvi falar. Tenho saudades de não ter nada para trás e ter tudo à minha frente. Tenho saudades de não pensar muito nisso. Obrigada a vocês por me lembrarem isto tudo.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
É assim
Os últimos dias são sempre esquisitos.
Custa pensar que na nossa rotina não se vão repetir alguns passos aos quais estávamos já tão habituados. Mas a vida continua e para a frente é que é o caminho. Venha o próximo passo, seja ele qual for.
domingo, 6 de junho de 2010
Apague a sua marca
Descobri hoje um site com uma calculadora ecológica que determina uma média dos nossos gastos mensais. Apesar de o meu agregado famíliar estar abaixo da média nacional de gastos, só com a eliminação de um dos carros e uma maior utilização de transportes públicos, os valores poderiam ser muito mais amigos do ambiente..
sábado, 5 de junho de 2010
PIDE
Como o texto que escrevi para um rvcc está demasiado forte e vai muito brevemente ser passado a pente fino pela censura, vai ser guardado aqui para ver se se safa.
'No que diz respeito aos portugueses que procuram sair de Portugal para obter melhores condições, os que o fizeram há duas décadas, iam para ficar, contrariamente aos de hoje que saem, na sua maioria, de forma sazonal ou por um período de tempo estipulado.
A constância do fenómeno migratório em Portugal pode atribuir-se à permanência de profundas assimetrias regionais no país e à existência de desequilíbrios geo-económicos entre Portugal e os sucessivos países de destino, o que tem um grande impacto na economia nacional.
Hoje em dia, temos já muitos emigrantes que estiveram décadas noutros países, mas que preferiram gozar os seus últimos anos no seu país natal, voltando com as suas reformas. As diferenças entre estes e a maioria que hoje emigra são abismais. Hoje, é fundamental o domínio da língua do país de origem ou, pelo menos, da língua inglesa ou francesa, visto que a integração dos emigrantes existe realmente e os nossos cidadãos vão, quase todos eles, exercer trabalhos que os oriundos desse país também exercem, e viver integrados nos bairros dos mesmos.
Nada disto se passava com os emigrantes que saíram de Portugal nos anos 50 e 60. Na realidade estas pessoas iam ocupar os lugares que mais ninguém queria, na construção civil ou, no caso das mulheres, na área das limpezas ou outras tarefas domésticas. Existiam, e ainda persistem, comunidades portuguesas nestes países que são verdadeiras aldeias portuguesas, onde se fala, come e vive exactamente como em Portugal.
Para além de não se conseguirem, ou não quererem, integrar-se nas comunidades nativas, estes portugueses acabaram por não aproveitar a possibilidade de conhecimento profundo de outra cultura e língua e acabam por voltar ao seu país cinquenta anos mais tarde, com uma vida repleta de sacrifícios e de saudade das suas origens, nas quais por vezes já nem reconhecem raízes, devido à sua longa ausência.’
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Arrefecimento global
Ontem, na minha consulta de gastro, reparei que o senhor doutor tinha uma ventoinha ligada, bem apontada para a janela. Ele deve ser um grande combatente do aquecimento global!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Um novo avô
Tenho um avô novo graças a um Cardiodesfibrilador Implantável. Um aparelho capaz de monitorar e tratar os ritmos anormais do coração, que podem representar risco de vida. Estes ritmos anormais (arritmias) são chamados de taquicardia ventricular e fibrilação ventricular e podem levar a morte se não forem rapidamente revertidos. No fim de Agosto já dança o vira!
terça-feira, 1 de junho de 2010
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